Águas de março: confira as notícias que marcaram o mês!

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Águas de março: confira as notícias que marcaram o mês!

31 mar 2023

Redação It's MoneyRedação It's Money
As águas de março trouxeram uma chuva intensa de acontecimentos que agitaram os mercados pelo mundo.  Teve falência de banco norte americano, compra de outro grande banco suíço, além de decisões importante sobre as taxas de juros no Brasil e nos Estados Unidos, na super quarta.  Confira um resumo com as principais notícias que marcaram o mês![embed]https://youtu.be/oyCGCn66cFo[/embed]

Falência Silicon Valley Bank

E o mês de março começou com aquela sensação de dejavú, com a quebra do Silicon Valley Bank. O banco passou pelo pesadelo chamado corrida bancária, com a retirada de aproximadamente 42 bilhões de dólares, que levou ao pedido de falência e à intervenção dos órgãos nos Estados Unidos. No entanto, o susto foi maior do que as consequências no mercado, principalmente aqui no Brasil, uma vez que poucas fintechs e startups brasileiras estavam expostas ao banco norte-americano.   Inclusive, temos um vídeo completo sobre o assunto explicando melhor sobre o assunto no nosso canal do Youtube, assista abaixo:[embed]https://www.youtube.com/watch?v=EyxcZEWRu4A[/embed]

Aquisição do Credit Suisse pelo banco UBS

Quando a poeira parecia ter baixado, o mercado estremeceu mais uma vez com a volta do Credit Suisse aos noticiários. A razão foi a notícia de que havia fragilidades nos relatórios financeiros dos últimos dois anos causados por controles internos ineficazes.  O banco suíço viu suas ações derreterem no mercado, arrastando outras ações do setor. Assim, o cenário exigiu uma atuação rápida das autoridades, o que culminou com a aquisição do banco pelo seu rival suíço UBS.  A compra colocou “panos quentes” na situação, diminuindo a aversão ao risco no mercado global.  E se lá fora o quebra-quebra foi de bancos, aqui no Brasil a situação não anda nada fácil para as varejistas. Na terça-feira, 28, o Grupo Petrópolis, dono das cervejas Itaipava e Petra, entrou com pedido de recuperação judicial com uma dívida superior a 4,4 bilhões de reais.  Quem também entrou na lista de empresas com dificuldades financeiras, foi a varejista de moda Amaro, que entrou com um pedido de Recuperação Extrajudicial com o objetivo de fazer acordo com credores e reestruturar a empresa. 

 "Super quarta"

E se não bastasse tanta surpresa, o mês de março ainda guardava mais uma emoção: a super quarta, o dia em que o Brasil e os Estados Unidos definiram suas taxas de juros.  Os resultados vieram de acordo com o esperado pelo mercado, tanto aqui quanto lá.  Nos Estados Unidos, o Federal Reserve, banco central americano, elevou mais uma vez a taxa de juros do país em 0,25 ponto percentual (p.p.), para um intervalo de 4,75% a 5% ao ano.  A decisão foi unânime e veio em meio a um cenário de inflação ainda elevado.  No Brasil, apesar da narrativa de guerra entre o Banco Central e o governo, o Comitê de Política Monetária, o Copom, decidiu por manter a Selic inalterada em 13,75%. A autoridade monetária deixou claro em seu comunicado que não vê espaço para cortes de juros e, inclusive, acenou para retomada do ciclo de alta caso as expectativas de inflação cheguem próximo da meta. E falando sobre o cenário nacional, como ficam as expectativas dos juros no Brasil após essa decisão do Copom? O economista-chefe da Blue3 Investimentos, Roberto Simioni Neto, fez uma análise sobre isso que está disponível aqui no nosso Portal, leia aqui!
Redação It's Money

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