Hezbollah rejeita plano de cessar-fogo promovido pelos EUA entre Líbano e Israel

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Hezbollah rejeita plano de cessar-fogo promovido pelos EUA entre Líbano e Israel

4 jun 2026

Redação It's MoneyRedação It's Money

O Hezbollah recusou o plano de cessar-fogo acordado pelos governos do Líbano e Israel em negociações intermediadas pelos Estados Unidos. Enquanto isso, Israel manteve os ataques no sul do Líbano nesta quinta-feira e reiterou que não irá se retirar da região.

O governo dos EUA anunciou na quarta-feira que Líbano e Israel concordaram em implementar um cessar-fogo condicionado à interrupção total dos ataques promovidos pelo Hezbollah, grupo afiliado ao Irã, assim como à retirada de seus operativos do sul do país.

O líder do Hezbollah, Naim Qassem, declarou que o grupo, que não participou das negociações, considera o acordo "vergonhoso" e classificou a declaração americana como um roteiro para a destruição de parte do povo libanês e a submissão do restante.

Segundo Qassem, "enquanto perdurar a ocupação, a resistência continuará".

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Conflito e posições dos envolvidos

Os confrontos entre o Hezbollah e Israel foram reacendidos no início de março, quando o grupo intensificou os ataques em apoio a Teerã, após ações militares dos EUA e Israel contra o Iraque. Desde abril, episódios de cessar-fogo foram declarados a partir de Washington sem um fim definitivo para a crise.

Teerã exige que os ataques israelenses no território libanês cessem como condição para qualquer acordo. O comandante da Força Quds dos Guardas Revolucionários do Irã, responsável pela criação do Hezbollah em 1982, afirma que a exigência mínima do grupo é o recuo de Israel para as posições anteriores ao início da guerra e à invasão no sul do Líbano.

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Reações e perspectivas futuras

O ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, ressaltou que o país continuará suas ofensivas contra o Líbano, com as Forças Armadas de Israel em alerta e tendo como alvo alvos do Hezbollah no sul do país.

As duas partes devem retornar às negociações no próximo dia 22 de junho, embora o local ainda não tenha sido definido.

O contexto atual mantém o conflito como um ponto de tensão permanente na diplomacia regional, dificultando a resolução da crise na região e impactando diretamente o cenário geopolítico do Oriente Médio.

Esta informação foi obtida a partir do comunicado oficial disponibilizado pelo Valor Econômico e outras fontes públicas.

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Fonte:

  • Valor Invest
Este conteúdo foi produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial e revisado por nossa equipe editorial
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