J.P. Morgan Analisa Potencial de Alta: Bradesco (BBDC4) Supera Banco do Brasil (BBAS3)
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J.P. Morgan Analisa Potencial de Alta: Bradesco (BBDC4) Supera Banco do Brasil (BBAS3)
6 out 2026

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J.P. Morgan Reavalia Setor Financeiro Brasileiro
Após uma significativa valorização das ações brasileiras, o J.P. Morgan revisitou suas previsões para o setor financeiro e fez uma mudança significativa em sua recomendação envolvendo dois dos maiores bancos do Brasil: Banco do Brasil (BBAS3) e Bradesco (BBDC4).
Recomendação Favorável para Bradesco
De acordo com o J.P. Morgan, a escolha preferencial agora é o Bradesco. O banco americano subiu a recomendação das ações do Bradesco de neutra para “overweight”, o que indica um desempenho acima da média do mercado, ou seja, uma recomendação de compra.
Rebaixamento do Banco do Brasil
Por outro lado, o Banco do Brasil teve sua recomendação rebaixada de neutra para “underweight”, sugerindo um desempenho abaixo da média, o que equivale a uma indicação de venda.
Desempenho das Ações no Pregão
A mudança nas recomendações foi refletida no mercado. No pregão realizado na terça-feira (6), às 15h30, as ações preferenciais do Bradesco apresentavam uma alta de mais de 5%, se tornando as mais negociadas do Ibovespa. Em contrapartida, as ações do Banco do Brasil, que ocupavam a segunda posição, caíam 4,7%.
Análise do J.P. Morgan
O J.P. Morgan acredita que o Bradesco possui uma combinação de fatores favoráveis, incluindo a recuperação de resultados e a valorização de suas ações. Segundo os analistas, muitos dos desafios operacionais de curto prazo já estão precificados, o que deixa espaço para uma melhoria na avaliação do banco pelo mercado.
Desafios para o Banco do Brasil
Para o Banco do Brasil, a análise é menos otimista. O J.P. Morgan destaca riscos maiores relacionados à inadimplência no agronegócio, bem como um retorno sobre o patrimônio mais baixo. As projeções de lucro por ação para o BB foram reduzidas entre 4% e 5%, com uma perspectiva desafiadora para inadimplência nas operações do agronegócio.
Impactos da Queda da Selic
A recente queda na taxa Selic apresenta efeitos mistos para o Banco do Brasil. Embora a redução das taxas de juros possa ajudar a diminuir a inadimplência, também exerce pressão sobre a margem financeira do banco, que historicamente se beneficiou do baixo custo de captação e da alta liquidez.
Fonte:
- Valor Invest

Redação It's Money
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